4 de junho de 2021

A flexografia é o core business da Miraclon, antiga divisão do grupo Kodak, que fornece tecnologia e insumos para geração de matriz de impressão. A empresa conta com duas fábricas, uma no Japão e outra nos Estados Unidos.

Os principais mercados de atuação da empresa são os segmentos de banda estreita (rótulos e etiquetas), além de embalagens flexíveis, rígidas ou semirrígidas. “Uma das fortes características da nossa tecnologia de gravação de clichês Flexcel NX atende todos os setores, com as mesmas características de versatilidade, qualidade e desempenho em máquina”, ressalta Mauro Freitas, gerente comercial da Miraclon.

Ao longo dos últimos anos, segundo ele, a flexografia sofreu diversas mudanças que alçaram a tecnologia em outro patamar, com máquinas de melhor desempenho, sistemas mais aprimorados e a própria evolução do insumo. “Na década de 90, não existia conceito de cilindro dosificador de tinta o que ocasionava uma série de inconsistências ao processo. Hoje, a flexografia não perde em absolutamente nada para os processos concorrentes, como rotogravura e digital”.

A tecnologia Flexcel NX oferece maior produtividade, imagens com excelência na resolução e melhor densidade de cor. “No passado, tinha retrabalho para conseguir alinhar o projeto criado pelo designer com o que poderia ser entregue. Hoje, a Flexcel NX entrega o que você está vendo no computador com o efeito UAU nas gôndolas”, afirma. “O segmento de flexografia banda larga para impressão de embalagens está caminhado para 60 linhas por centímetro de resolução e a NX pode trabalhar com até 120 linhas por centímetro de resolução, sem perder a qualidade de impressão”, completa.

O conceito de gama expandida, que elimina a necessidade de trabalhar com cor Pantone, também está crescendo bastante. “Isso permite uma versatilidade de impressão em múltiplas pistas e produtos totalmente variados”, afirma Freitas.

A entrevista completa com Mauro Freitas, gerente comercial da Miraclon pode ser assistida em nosso perfil no Linkedin.