31 de julho de 2020

A Dow, empresa de ciência dos materiais dedicada à inovação e à criação de soluções para a vida, por meio da tecnologia e da química, assinou um acordo com a Associação de Cooperativas Argentinas (ACA), especialistas em fornecer soluções integrais para a agricultura, que criam valor de forma competitiva e sustentável, para desenvolver uma resina plástica de alta qualidade, feita de plástico reciclado pós-consumo para o mercado argentino.

 

O acordo, que está alinhado com as novas Metas de Sustentabilidade anunciadas recentemente pela Dow para 2030, tem como objetivo fornecer soluções que ajudem a reduzir o desperdício de resíduos plásticos, também na Argentina, onde a média diária de resíduos sólidos urbanos (RSU) por habitante é de 1,1 kg e o total anual de RSU gerado chega a 18 milhões de toneladas – das quais 43% acabam em lixões a céu aberto.

 

“A Dow, com essa aliança, quer continuar promovendo a mudança de uma economia linear para uma economia circular. Estamos confiantes de que este acordo de colaboração com a ACA aumentará a busca de soluções e as sinergias dos interesses complementares que nos unem”, disse Tamires Silvestre, gerente de Sustentabilidade da Dow.

 

No Brasil, a Dow possui iniciativas para melhorar os processos de coleta e separação e promover o retorno de resíduos através de produtos como resinas recicladas pós consumo (PCR), como no projeto Reciclagem que Transforma (em parceria com a Boomera e Fundação Avina). O projeto piloto, realizado em 2019, contou com a participação de cinco cooperativas, que enviaram para a reciclagem 4.429 toneladas de materiais – 37% a mais que em 2018.

 

Por meio desse novo compromisso e outras ações diretas ou alianças, a Dow ajudará a remover 1 milhão de toneladas de plásticos do meio ambiente. A companhia concentrou-se na construção de alianças de valor com parceiros com a mesma opinião e dispostos a trabalhar para encontrar soluções que beneficiem a todos. A implementação bem-sucedida de uma economia circular só será possível através da colaboração entre a indústria, os consumidores, as ONGs e o governo.

 

Fonte: Oribá Comunicação