16 de dezembro de 2020

O segmento de alimentos responde por 75% da demanda de embalagens de papelão ondulado da Irani Papel e Embalagem. “A nossa indústria não parou na pandemia porque está inserida num mercado essencial para o abastecimento da população”, afirma Leandro Farina, gerente de saúde, segurança, qualidade e sustentabilidade da Irani Papel e Embalagem. “2020 está sendo um ano muito bom para produção e rentabilidade da companhia”, revela.

A pandemia mudou o mindseat de consumo dos consumidores brasileiros que passaram a fazer compras online. “Observamos o crescimento na demanda de embalagens para atender esse segmento de negócio. É um a grande oportunidade para o setor de embalagens de papelão ondulado”.

O negócio da Irani Papel e Embalagem está inserido na economia circular. Farina afirma que “70% da produção de embalagens da companhia utilizam papel reciclado oriundo de descarte da população, empresas, catadores e aparistas”. Além disso, a companhia recicla 150 toneladas de aparas mistas de plásticos que têm destino ecológico. “Temos um parceiro que utiliza o material como madeira plástica para produção de decks de piscinas”, exemplifica.

A embalagem de papelão ondulado já é ecologicamente mais correta. O grande desafio para desenvolver embalagens de papelão ondulado mais sustentáveis, segundo Farina, é produzir mais com menos, ou seja, reduzir gramatura e ao mesmo tempo agregar valor ao produto dos clientes.

A entrevista completa com Leandro Farina, gerente de saúde, segurança, qualidade e sustentabilidade da Irani Papel e Embalagem pode ser assistida em nosso canal no YouTube.